Segmentos

Contabilidade e consultoria com conhecimento do seu setor

Existe uma diferença prática entre um contador que atende o seu setor e um que atende o seu setor há anos.

O primeiro sabe as regras. O segundo sabe onde elas costumam ser aplicadas errado, qual crédito é sistematicamente esquecido naquele tipo de operação, qual indicador realmente prevê problema e qual pergunta o banco vai fazer.

Abaixo, os setores em que temos atuação recorrente e o que muda em cada um.

Indústrias

A indústria é o setor em que mais dinheiro se perde por falta de informação — e em que mais se recupera quando ela existe.

O custo do produto é construído dentro da fábrica, distribuído entre dezenas de rubricas, e chega ao resultado já misturado. Quando não há custeio estruturado, o industrial precifica olhando o concorrente, negocia insumo sem saber o impacto real na margem e descobre no fim do ano que uma linha inteira operou no prejuízo.

Desafios do setor

Custeio e formação de preço

Rateio de custos indiretos, apropriação de mão de obra, ficha técnica desatualizada e preço definido por referência de mercado em vez de custo real.

Créditos tributários subaproveitados

O conceito de insumo gerador de crédito de PIS e COFINS é mais amplo do que a prática de muitas indústrias. Energia, manutenção, materiais de processo e fretes internos frequentemente ficam de fora.

ICMS, IPI e substituição tributária

Classificação fiscal, regimes especiais estaduais, operações interestaduais e ST criam uma matriz de regras que precisa estar correta no cadastro — não na conferência posterior.

Estoque em três níveis

Matéria-prima, produto em processo e acabado, com inventário que precisa conciliar com a contabilidade e com o fiscal.

Capital de giro pesado

O ciclo industrial imobiliza caixa em estoque e em prazo de recebimento, com investimento em máquinas que exige linha adequada.

Reforma Tributária

A mudança na lógica de crédito ao longo da cadeia afeta decisão de compra, de localização e de preço. Indústria é o setor com maior necessidade de simulação antecipada.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — Indústrias

Custeio é proporcional. Uma indústria com dez produtos precisa de uma estrutura simples, mas precisa dela — porque é justamente na empresa pequena que um produto no prejuízo pode consumir o lucro dos outros nove sem que ninguém perceba.

Pelo diagnóstico. Analisamos uma amostra das aquisições e da apuração para identificar itens tratados como custo que poderiam gerar crédito. É a revisão com maior taxa de retorno no setor industrial.

Sim, incluindo tratamento de operações de exportação, regimes aduaneiros especiais e comércio exterior.

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Fale com um especialista em indústrias

Agronegócio

No agro, a safra define o caixa e o caixa define quase tudo.

Entre o investimento no plantio e o recebimento da venda passam meses, às vezes um ano — com clima, preço de commodity e câmbio mexendo no resultado ao longo do caminho. É um setor em que a projeção de caixa não é um relatório gerencial: é o instrumento central de sobrevivência.

Desafios do setor

Pessoa física ou jurídica

A escolha entre produzir como PF ou PJ afeta tributação, aproveitamento de despesas, depreciação, acesso a crédito e sucessão. É a decisão estruturante do produtor.

Obrigações específicas

LCDPR, obrigações acessórias próprias da atividade rural e controles exigidos por financiadores e tradings.

Funrural e contribuições

Regras que variam conforme a natureza do produtor e a existência de opção por regime alternativo, com efeito relevante sobre o custo da comercialização.

Custo por cultura e por talhão

Sem apropriação de custo por área e por cultura, a decisão de plantio no ano seguinte é feita por intuição.

Ciclo de caixa longo

Descasamento entre desembolso e recebimento, exigindo planejamento de capital de giro e linhas de crédito rural adequadas.

Sucessão patrimonial

Propriedades familiares com múltiplos herdeiros, frequentemente sem estrutura societária definida.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — Agronegócio

Depende de receita, investimento, aproveitamento de depreciação e planejamento sucessório. É uma conta de médio prazo, não de um exercício. Fazemos a projeção comparativa antes de recomendar.

Precisa de escrituração adequada — inclusive o LCDPR, quando obrigatório — e precisa dela também para acessar crédito em boas condições. Instituições financeiras avaliam a informação apresentada, e produtor com informação organizada negocia melhor.

Sim, na preparação das informações econômico-financeiras e no apoio à apresentação às instituições. A decisão de crédito é da instituição.

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Fale com um especialista em agronegócio

Comércio

No comércio, a contabilidade erra de dois jeitos, e os dois custam caro: tratando como tributável o que já foi tributado na origem, e deixando de identificar o produto que vende muito e ganha pouco.

O primeiro erro aparece na guia. O segundo, no resultado do ano.

Desafios do setor

Substituição tributária e regimes especiais

Produtos com ST, monofásicos e de alíquota zero precisam estar corretamente identificados no cadastro. Erro de NCM ou de CST leva a recolhimento em duplicidade ou a autuação.

CMV e giro de estoque

Sem apuração correta do custo da mercadoria vendida, a margem informada é uma estimativa — e as decisões de compra e precificação seguem essa estimativa.

Multicanal

Loja física, e-commerce próprio, marketplace e televendas têm custo de servir e tributação diferentes. A margem por canal costuma surpreender.

Compras e prazo

A negociação com fornecedores define boa parte do resultado. Sem controle de custo real de aquisição — incluindo frete, ST e prazo — a negociação é feita no escuro.

Perdas e ruptura

Quebra, furto, avaria e vencimento aparecem no resultado sem identificação de origem quando não há controle de estoque.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — Comércio

Em regra, não sobre o mesmo tributo já recolhido por substituição — mas isso depende do produto, do estado e da operação. Erros de cadastro fazem com que muitas empresas recolham de novo. É uma das primeiras revisões que fazemos.

Não necessariamente. Depende do regime, do volume e do tratamento fiscal de cada canal. Analisamos o efeito tributário e operacional de cada configuração.

Com custo de aquisição completo — incluindo frete, ST e descontos — e com apuração de CMV. É o que estrutura a controladoria de varejo.

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Fale com um especialista em comércio

Prestadores de Serviços

Empresa de serviços tem pouco estoque, pouco ativo e muita gente. Isso significa que quase todo o custo é folha — e que a estrutura de remuneração é, ao mesmo tempo, o maior custo e a principal variável tributária do negócio.

Poucos setores têm tanta margem para organização legítima e tanta chance de errar por falta de acompanhamento.

Desafios do setor

Fator R e escolha de anexo

A relação entre folha e receita define, para várias atividades, se a tributação segue o Anexo III ou o Anexo V do Simples Nacional. A diferença é relevante e o indicador muda mês a mês.

ISS e local de incidência

Serviços prestados fora do município de estabelecimento podem gerar ISS devido no destino, conforme a atividade. Erro aqui gera cobrança em dois municípios.

Retenções na fonte

ISS, IRRF, PIS/COFINS/CSLL e INSS retidos por tomadores precisam ser controlados e compensados. Retenção não aproveitada é imposto pago duas vezes.

Estrutura de sócios e remuneração

Pró-labore, distribuição de lucros e a formalização adequada da relação entre sócios e empresa.

Contratos de longo prazo

Reconhecimento de receita, medição por etapa e reequilíbrio contratual — inclusive diante da transição tributária.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — Prestadores de Serviços

Os caminhos usuais envolvem enquadramento correto de atividade, gestão do fator R, escolha adequada de regime, aproveitamento das retenções sofridas e estruturação da remuneração dos sócios. Tudo isso dentro da legislação e com respaldo documental — o que exige análise dos seus números, não fórmula pronta.

Como regra geral, o ISS é devido no município do estabelecimento prestador, existindo exceções legais em que o imposto pode ser devido no local da prestação ou do tomador. Na DeltaHub 360, analisamos o enquadramento de acordo com o serviço, município e legislação aplicável.

Sim. Contratos plurianuais assinados sob a regra atual devem prever reequilíbrio, sob risco de a variação de carga ficar integralmente com uma das partes.

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Tecnologia e Startups

Startup costuma tratar contabilidade como obrigação chata até o dia em que um investidor pede o histórico financeiro auditável dos últimos três anos.

Nesse momento, a empresa descobre que reconheceu receita anual no mês do faturamento, que não tem controle de cap table, que os contratos de vesting nunca foram refletidos contabilmente e que a due diligence vai custar meses e um desconto no valuation.

Contabilidade em tecnologia é preparação para o evento que ainda não aconteceu.

Desafios do setor

Reconhecimento de receita recorrente

Assinaturas anuais, setup fees, upgrades e cancelamentos exigem competência correta — o que separa MRR de caixa recebido.

Métricas SaaS conciliadas com a contabilidade

MRR, ARR, churn, CAC e LTV precisam nascer da mesma base do resultado contábil, ou a empresa terá duas verdades e nenhuma defensável.

Cap table, rodadas e instrumentos

Mútuos conversíveis, SAFE, aportes e diluição precisam de tratamento contábil e societário consistente.

Stock options e vesting

Planos de opção têm efeito contábil, tributário e trabalhista que costuma ser ignorado até a saída de um funcionário.

Incentivos à inovação

Lei do Bem e outros incentivos exigem documentação de projeto e controle de dispêndios desde o início do ano — não na hora de declarar.

Due diligence

Compradores e investidores analisam três a cinco anos de histórico. O que não foi organizado no caminho vira desconto no preço.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — Tecnologia e Startups

Vale a estrutura proporcional. O essencial nessa fase é controle de burn e runway, organização societária e registro correto dos aportes — o que evita retrabalho caro nas rodadas seguintes.

Frequentemente sim no início, com atenção ao fator R. Conforme a folha e o faturamento crescem, ou quando entram investidores pessoa jurídica, a análise precisa ser refeita.

Sim. Organizamos histórico, conciliações, contratos, contingências e data room, e apoiamos as respostas às perguntas do comprador ou investidor.

Há efeito de despesa reconhecida ao longo do vesting e implicações tributárias no exercício, que variam conforme o desenho do plano. É um ponto que exige alinhamento entre contabilidade, jurídico e RH desde a criação do plano.

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Fale com um especialista em tecnologia e startups

E-commerce

Todo e-commerce que cresce chega ao mesmo ponto: o relatório da plataforma diz uma coisa, o extrato bancário diz outra, a apuração fiscal diz uma terceira, e ninguém consegue explicar a diferença.

Não é falha de gestão. É a natureza da operação: entre a venda e o dinheiro há taxa de marketplace, comissão de gateway, antecipação de recebível, frete, estorno e devolução — cada um com tratamento próprio.

Contabilidade de e-commerce é, na prática, engenharia de conciliação.

Desafios do setor

Vinte e sete regras de destino

DIFAL, substituição tributária e obrigações acessórias variam por estado de destino e por NCM. O cadastro de produtos é o ponto de controle.

Conciliação de canais

Plataforma própria, marketplaces, adquirentes e gateways precisam ser conciliados pedido a pedido para que a receita registrada corresponda ao dinheiro recebido.

Devoluções e estornos

Alto volume de devolução exige tratamento fiscal e contábil correto, sob pena de a empresa ser tributada sobre venda desfeita.

Margem real por SKU e por canal

Depois de taxa, frete, mídia e devolução, o produto campeão de vendas nem sempre é o campeão de lucro.

Estoque e fulfillment

Estoque em centros de distribuição de terceiros ou em operação de fulfillment exige controle e documentação fiscal específicos.

Escolha de regime

Boa parte do custo do e-commerce não gera crédito no Simples Nacional, o que muda a conta conforme a operação cresce.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — E-commerce

Em determinadas situações há responsabilidade da plataforma por certos recolhimentos, mas a apuração e as obrigações do vendedor permanecem. Tratar o relatório da plataforma como apuração é um erro frequente e caro.

Deduzindo do preço de venda o custo de aquisição, a tributação efetiva, a taxa do canal, o frete e o custo esperado de devolução. É o que a controladoria de e-commerce entrega.

Depende do volume, do regime e da existência de substituição tributária para os seus produtos naquele destino. Fazemos o mapeamento estado a estado.

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Fale com um especialista em e-commerce

Construção Civil

Construtora não tem um resultado. Tem um resultado por obra — e a média entre elas esconde tanto quanto revela.

Uma obra bem orçada e bem executada sustenta o exercício; uma obra mal orçada consome o lucro de três. Sem apropriação de custo por obra e sem acompanhamento de orçado versus realizado ao longo da execução, o problema só aparece na entrega, quando não há mais o que corrigir.

Desafios do setor

Custo por obra e por etapa

Apropriação de material, mão de obra, subempreiteiros e custos indiretos por centro de custo de obra, com comparação contínua entre orçado e realizado.

Reconhecimento de receita por medição

Contratos de longo prazo exigem reconhecimento por progresso, e não por faturamento — o que muda resultado e base tributária.

Mão de obra e retenções

Cessão de mão de obra, retenção previdenciária, responsabilidade solidária sobre subempreiteiros e obrigações específicas do setor.

Regimes específicos

Empresas da construção civil e do mercado imobiliário podem estar sujeitas a diferentes regimes e tratamentos tributários, incluindo o RET – Regime Especial de Tributação, quando atendidos os requisitos legais, além das regras específicas aplicáveis à incorporação imobiliária e aos diferentes tipos de contratos.

Capital de giro e cronograma

Descasamento entre desembolso de obra e recebimento por medição, com necessidade de linha adequada e projeção de caixa por obra.

Reforma Tributária

Contratos de longo prazo firmados sob a regra atual precisam de cláusula de reequilíbrio.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — Construção Civil

Com centro de custo por obra, apropriação disciplinada dos custos e comparação mensal com o orçamento aprovado. É o que permite corrigir durante a execução, e não depois.

Há hipóteses de responsabilidade solidária e subsidiária previstas em lei, além de exigências de retenção. Estruturamos os controles documentais que reduzem essa exposição.

Revisar cláusulas de reajuste e reequilíbrio antes da transição e simular o efeito da mudança sobre cada contrato em andamento.

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Fale com um especialista em construção civil

Saúde

Saúde é um setor em que o faturamento e o caixa vivem em tempos diferentes.

O atendimento acontece hoje, o faturamento ao convênio vai no fechamento, a glosa aparece semanas depois e o repasse cai adiante — já líquido de retenções que ninguém conferiu. Enquanto isso, a folha, o aluguel e o material vencem no prazo de sempre.

Gerir uma operação de saúde exige uma contabilidade que enxergue esse descompasso e o traduza em projeção.

Desafios do setor

Enquadramento tributário

Fator R, escolha entre Simples e Presumido e, quando os requisitos são atendidos, a equiparação hospitalar — cada um com efeito relevante e com exigências documentais próprias.

Convênios, glosas e retenções

Faturamento, glosa, recurso de glosa e repasse líquido exigem conciliação individual por operadora.

Rentabilidade por procedimento e por profissional

Sem custo por procedimento, a negociação de tabela com a operadora é feita sem base.

Estrutura de contratação de profissionais

Modelos de PJ, cooperativa e CLT com efeitos tributários, trabalhistas e previdenciários distintos.

Compliance setorial

Exigências regulatórias, documentação e controles próprios de estabelecimentos de saúde.

Investimento em equipamento

Ativos caros, com decisão entre compra, financiamento e locação que impacta caixa e resultado.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — Saúde

A possibilidade depende da natureza dos serviços efetivamente prestados, da estrutura da empresa e do cumprimento dos requisitos previstos na legislação tributária e sanitária. O benefício não é automático e exige análise técnica individualizada. A DeltaHub 360 realiza a avaliação de cada caso antes da recomendação do enquadramento tributário.

Medindo primeiro: taxa de glosa por operadora, por motivo e por procedimento. A partir daí, o problema deixa de ser genérico e passa a ter causa identificável — documentação, código, autorização ou tabela.

Depende inteiramente de como a relação se dá na prática. Há configurações consolidadas e outras que geram exposição. Analisamos o desenho atual, com apoio jurídico quando necessário.

Soluções relacionadas:

Fale com um especialista em saúde

Terceiro Setor

Organizações de impacto vivem uma tensão permanente: quanto mais recurso captam, mais exigência de prestação de contas recebem — e a estrutura administrativa raramente cresce na mesma proporção, porque financiador algum gosta de pagar despesa administrativa.

O resultado é conhecido: equipes pequenas conduzindo múltiplos projetos, cada um com regra própria, e uma prestação de contas reconstruída manualmente no fim do prazo.

Estruturar a contabilidade por projeto desde o início é o que quebra esse ciclo.

Desafios do setor

Múltiplas fontes, múltiplas regras

Convênios públicos, termos de fomento e colaboração, editais, patrocínios via lei de incentivo e doações privadas — cada um com formato de prestação de contas e regra de aplicação diferentes.

Manutenção de imunidades e certificações

Benefícios fiscais dependem do cumprimento contínuo de requisitos legais e estatutários, comprovável documentalmente.

Rateio de custos comuns

Aluguel, equipe administrativa e estrutura precisam ser rateados entre projetos com critério documentado e aceito pelos financiadores.

Governança e controles

Conselho fiscal, alçadas, políticas internas, segregação de funções e transparência.

Sustentabilidade financeira

Dependência de poucas fontes, ausência de reserva e descasamento entre desembolso e repasse.

Reforma Tributária

Efeitos sobre imunidades, isenções e operações de aquisição das entidades.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — Terceiro Setor

Dá, desde que a estrutura contábil seja montada de modo que a prestação de contas seja um relatório extraído, e não um trabalho refeito. É exatamente aí que o controle por projeto faz diferença.

Com demonstrações contábeis regulares, execução orçamentária por projeto, políticas internas formalizadas e relatórios de atividades vinculados aos números. Financiadores avaliam governança tanto quanto resultado.

Afeta, em pontos como o tratamento das aquisições e a manutenção de benefícios. Fazemos essa análise específica dentro do projeto de reforma adaptado ao setor.

Soluções relacionadas:

Fale com um especialista em terceiro setor

Setor Público

A Reforma Tributária muda o setor público duas vezes: como arrecadador e como contratante.

Como arrecadador, muda a lógica de receita e a relação com o novo modelo de tributação sobre consumo. Como contratante, muda o custo de tudo o que o ente adquire — obras, serviços, insumos — e portanto o valor dos contratos vigentes e dos futuros editais.

Preparar-se exige estudo de impacto, revisão de processos e capacitação de equipe, com prazos que não se resolvem em um exercício.

Quem atendemos:

Prefeituras

Autarquias

Fundações públicas

Consórcios públicos

Empresas públicas

Sociedades de economia mista

Desafios do setor

Impacto da transição para CBS e IBS

Efeito sobre receita própria, sobre transferências e sobre o custo das aquisições do ente.

Contratos e editais

Contratos administrativos vigentes firmados sob a regra atual e novos editais que precisam refletir o modelo em transição.

Processos e sistemas

Adequação de rotinas de arrecadação, de compras e de sistemas de gestão ao novo modelo.

Capacitação

Equipes de tributação, contabilidade, compras e jurídico precisam operar regras novas.

Informação para decisão

BI e indicadores que permitam acompanhar a transição em tempo real, e não no fechamento do exercício.

Como atuamos

Investimento e contratação

A contratação observa a legislação de licitações e contratos aplicável ao ente. Atuamos na estruturação técnica das informações necessárias ao processo.

Perguntas frequentes — Setor Público

A preparação deve estar em andamento. A transição para o novo sistema tributário exige revisão de contratos, adequação de sistemas, processos de compras, controles, formação de preços e capacitação das equipes. O planejamento antecipado reduz riscos e permite adaptar contratos, sistemas e processos ao cronograma de implantação da Reforma Tributária.

Pela modalidade cabível conforme a legislação aplicável e o objeto. Apoiamos a estruturação do termo de referência do ponto de vista técnico; a condução do processo é do ente.

Sim. A capacitação é parte central dos projetos, porque a operação da nova regra fica com o servidor, não com o consultor.

Soluções relacionadas:

Fale com um especialista em setor público

Holdings e Family Office

Em empresa familiar, a discussão sobre sucessão costuma ser adiada até virar urgência — e urgência é o pior momento possível para decidir estrutura societária, porque as opções ficam caras e as conversas ficam difíceis.

Estruturar cedo permite escolher. Estruturar tarde, apenas reagir.

Desafios do setor

Decisão sobre estruturar ou não

Holding não é resposta universal. Há custo de constituição, custo de manutenção e tributação potencial na transferência de bens que precisam entrar na conta antes da decisão.

Integralização de bens

Valor de transferência, tributação incidente e as regras de imunidade aplicáveis, que têm sido objeto de discussão judicial.

Tributação da renda patrimonial

Comparação entre manter os bens na pessoa física ou na jurídica, considerando locação, ganho de capital e distribuição.

Governança familiar

Acordo de sócios, regras de entrada e saída, política de distribuição e definição de quem decide o quê.

Consolidação patrimonial

Visão única de participações, imóveis, aplicações e resultados, hoje frequentemente espalhada entre contadores diferentes.

Sucessão

Doação de quotas, usufruto e planejamento que reduza conflito e custo na transmissão.

Como atuamos

Uma observação sobre expectativa

Em parte relevante dos casos que analisamos, a conclusão do estudo é que a holding não compensa — porque o custo de manutenção supera o benefício, ou porque a tributação da transferência é maior que a economia projetada.

Entregar essa conclusão faz parte do trabalho. Estruturar uma holding que não se paga é um erro caro e difícil de desfazer.

Perguntas frequentes — Holdings e Family Office

Pode reduzir custo e conflito na transmissão em determinadas configurações, mas a estrutura tem custo próprio e a transferência dos bens pode ser tributada. O saldo só aparece no estudo comparativo.

Raramente é cedo demais para analisar. É cedo demais para constituir quando o patrimônio ainda está em formação e a estrutura custaria mais do que organiza.

Não. Atuamos na análise contábil, tributária e financeira, integrados ao escritório jurídico que conduz a estruturação societária e sucessória.

Soluções relacionadas:

Fale com um especialista em holdings e family office

Incorporadoras e Mercado Imobiliário

Incorporação é um negócio em que o resultado se decide no estudo de viabilidade e se confirma anos depois.

Entre um momento e outro há terreno, aprovação, obra, vendas em diferentes estágios, financiamento à produção, repasse bancário e um regime tributário específico — tudo isso convivendo com outros empreendimentos em fases diferentes dentro da mesma empresa.


Sem contabilidade por empreendimento, o resultado consolidado não diz nada de útil.

Desafios do setor

Patrimônio de afetação e SPE

Segregação por empreendimento, com contabilidade e obrigações próprias.

Regime especial de tributação

O RET e outros tratamentos tributários aplicáveis às atividades imobiliárias possuem requisitos específicos de enquadramento, formalização e manutenção.

Reconhecimento de receita por evolução

Receita reconhecida conforme o avanço da obra, o que exige medição confiável e conciliação com o comercial.

Custo por empreendimento e por unidade

Terreno, obra, custos financeiros, comerciais e indiretos apropriados corretamente.

Distratos e carteira

Tratamento contábil e tributário de distratos e gestão da carteira de recebíveis próprios.

Financiamento à produção e repasse

Exigências dos agentes financeiros, prestação de contas de obra e cronograma físico-financeiro.

Como atuamos

Indicadores que acompanhamos

Perguntas frequentes — Incorporadoras e Mercado Imobiliário

É a prática predominante, por razões de segregação de risco, exigência de agentes financeiros e aplicação de regimes específicos. A decisão considera também custo de manutenção e estrutura do grupo.

Com contabilidade individual por SPE e uma camada de consolidação gerencial que permita ver o grupo sem perder a visão de cada empreendimento. Estruturamos as duas.

Fazemos a modelagem econômico-financeira: fluxo, exposição de caixa, custo de capital, cenários e sensibilidade. As premissas técnicas e de mercado vêm da equipe de desenvolvimento do cliente.

Soluções relacionadas:

Fale com um especialista em incorporadoras e mercado imobiliário

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